Dor não, homem, que a dor marca, a dor nos envelhece. Dor não, que a dor deflora o coração, desencanta os encantos pueris, nos entristece.
Dor não, homem, que é a dor que nos torna homens.
Dor não. A dor desilude, a dor movimenta, a dor refaz, desgasta, desfaz. A dor machuca, homem, é real demais.
Então, dor não, que, de dor, já me basta a tua ingratidão.
Dor não, homem, que é a dor que nos torna homens.
Dor não. A dor desilude, a dor movimenta, a dor refaz, desgasta, desfaz. A dor machuca, homem, é real demais.
Então, dor não, que, de dor, já me basta a tua ingratidão.
confuso e contraditório.
ResponderExcluirdá vontade de se recolher e despertar.
ou então de te mandar pra aquele fim de mundo, e viver sem a tua imagem no espelho dos olhos.
dá vontade de não ter espelho dos olhos, que é onde a dor começa
ResponderExcluirporque tu nunca posta os autores dos poemas? gostei muito desse.
ResponderExcluirEu sempre achei que os poemas eram todos teus O_o
ResponderExcluirEu sempre achei que os poemas eram todos teus(2)
ResponderExcluirSÃO DELE, OK?
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